Sétima assembléia plenária da Federação Bíblica Católica

Sétima assembléia plenária da Federação Bíblica Católica

Dar es Salaam (Tanzânia). Desde 24 de junho até 03 de julho passado, 230 expertos em pastoral bíblica, vindos de mais de 80 países do mundo, encontraram-se para a assembléia plenária da Federação Bíblica Católica, para tratar do tema “A Palavra de Deus, fonte de reconciliação, de justiça e de paz”. Nos 40 anos de vida da Federação, foi a primeira vez que este encontro aconteceu na África, onde teve grande relevo, dando também destaque às nossas Irmãs das comunidades do continente africano.
Cada seis anos, as 320 organizações-membro da Federação Bíblica Católica se reúnem em assembléia plenária. Este encontro regular possibilita aos expertos e agentes de pastoral bíblica encontrar-se e partilhar o seu ponto de vista.

O tema da assembléia foi “A Palavra de Deus: fonte de reconciliação, de justiça e de paz”, acompanhado do ícone bíblico “Nós somos embaixadores de Cristo” (2 Cor 5,19-20). O tema expressou bem o contexto particular da África com os seus desafios. Estar dispostos a reconciliar-se, desejar a justiça e aspirar à paz são as dimensões centrais do comportamento cristão. Ao mesmo tempo, há certamente uma inter-relação com o segundo Sínodo dos Bispos da África que acontecerá em 2009, em torno do tema: “A Igreja na África a serviço da reconciliação, da justiça e da paz”.
O trabalho da assembléia teve início com uma análise sociológica sobre a realidade atual nas diferentes partes do mundo: sociedade, política, Igreja. A partir desta base, foram traçados rotas e passos concretos em vista de um compromisso ativo, à luz da Bíblia, a favor da reconciliação, da justiça e da paz. Este evidenciou o papel que a Bíblia pode ter em tal processo enquanto portadora de uma palavra de Deus plena de esperança e de vida.
Atualmente, a Federação Bíblica Católica agrupa em nível internacional 328 organizações e instituições, ativas no campo da tradução bíblica, do trabalho bíblico e das ciências bíblicas. Todas se sentem responsáveis pela missão que foi conferida pelo Concílio Vaticano II: “Permitir ao maior número de pessoas um aporte que leve em conta a sua vida e o seu contexto e que respeite as diferentes culturas e as diferentes contribuições da hermenêutica”.

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