Defendamos as meninas!

Defendamos as meninas!

Roma (Itália).No dia 11 de outubro de 2013 se celebra a 2ª Jornada Internacional da Menina cujo tema é: “Inovações para a educação das crianças e das meninas”. O cumprimento do direito das meninas à instrução é, antes de tudo, uma obrigação e um imperativo moral.

Em 2012 as Nações Unidas insistiram sobre a prioridade de garantir a todos a escolarização e pediram aos governos um empenho neste sentido: “A instrução é um direito – disse o secretário geral das Nações Unidas Ban Kii-moon – mas não é uma realidade para muitas meninas e mulheres. A instrução é uma mensagem de confiança e esperança. Diz a uma criança que terá um futuro, que o que ela pensa é importante.”

Muitas provas convincentes demonstraram que a educação das meninas é uma força transformadora para a sociedade e para as próprias meninas; é um fator determinante do qual brotam quase todos os objetivos do desenvolvimento, da redução da taxa de mortalidade, da fertilidade e da pobreza para um crescimento equilibrado, da mudança de normas sociais e da democratização.
Ainda que nos dois últimos decenios tenham sido dados passos significativos para melhorar o acesso à instrução, muitas meninas, sobretudo as mais marginalizadas, estão ainda carentes desse direito fundamental.  Em muitos países as meninas não estão em condições de frequentar a escola e completar sua formação por motivos de segurança, ou financeiros, institucionais e culturais. E também, quando vão à escola, o ensino de baixa qualidade, a falta de interesse e motivações, o peso dos trabalhos domésticos ou outras responsabilidades, impedem-lhes frequentar  aulas e conseguir um nível adequado de instrução. 

Reconhecendo a necessidade de perspectivas novas e criativas para promover a educação das crianças e meninas, a Jornada Internacional da menina de 2013 enfrentará a importância das novas tecnologias e inovações das parcerias, as políticas, a utilização dos recursos, a mobilização da comunidade e, sobretudo, a participação das próprias jovens. Todas as agências das Nações Unidas, os Estados membros, as organizações da sociedade civil, públicas e privadas, dispõem de instrumentos capazes de realizar a mudança com as jovens e em seu favor, e promover a sua instrução.

Procuremos – sublinha Malala Yousafzai, no discurso à Assembleia Geral das Nações Unidas, em junho de 2013 – sustentar uma luta global contra o analfabetismo, a pobreza e o terrorismo e tomemos em mãos os livros e as canetas: são as nosas armas mais poderosas. Uma criança, um professor, uma caneta e um livro podem mudar o mundo. A  instrução é a única solução”.

Para nós FMA é um grande motivo de alegria porque a nossa missão implica “o dom da predileção pelas jovens e nos empenha em fazer-nos para elas, na escola de Maria, sinal e mediação da caridade de Cristo Bom Pastor no estilo do sistema preventivo”. Lancemos juntas uma campanha de apoio da ‘nova virada de transformação’ na educação das crianças.  Trabalhemos pelo empoderamento das crianças e das meninas, para que possam tornar-se «bons cristãos e honestos cidadãos»
Unamo-nos às muitíssimas meninas, dos centros salesianos e não, que são protagonistas desta declaração para tornar este dia inesquecível.

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1 commento
13/10/2013 05:38:59 - giustina zanato

...é il nostro carisma stareal fianco della bambina, giovane e donna di ogni tempo e di ogni cielo...Madre Mazzarello ci há precedute e continua ad additarci questo campo di feconditá apostólica. Siamone fiere di stare al lado di chi há piú bisogno di sentirsi valorizzata e diamogli la mano per condurle ad una meta di serenitá di vita che le possa portare ad essere protagoniste di bene...


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