Seminário de História Salesiana para a região Ásia Leste-Oceania

Seminário de História Salesiana para a região Ásia Leste-Oceania

As fma, os sdb, as Irmãs da Caridade de Jesus ( SCJ), as Servas do Coração Imaculador de Maria (SIHM) e as “Daughters of the Queenship of Mary” para um total de 34 participantes de dez nações: Itália, Filipinas, Ilhas Salomão, Papua Nova Guiné, Timor Leste, Indonésia, Miyanmar, Thailandia, Vietnam, Japão e China, se reuniram no Don Bosco Retreat House, Talisy City-Cebu (Filipinas) para participar do seminário de história salesiana para a região Ásia Leste-Oceania, com o tema “ O estado da historiografia salesiana na região. Conservação e valorização do patrimônio cultural”.

É o terceiro seminário organizado pela Associação dos Cultores da História Salesiana (ACSSA) depois daquele de 2011 em Nairobi, Kênia (África); em 2012 em Belo Horizonte, Brasil (América) e em Benediktbeuern, Alemanha (Europa) e agora em Cebu, de 4 a 8 de novembro de 2013. Estão presentes ao seminário Ir. Grazia Loparco fma (presidente da ACSSA) e Pe. Stanislaw Zimniak sdb (secretário da ACSSA). A conferência objetiva a análise e a avaliação da pesquisa histórica sobre a Obra Salesiana no Leste da Ásia-Oceania e a questão da Conservação e valorização do patrimônio cultural salesiano.

Ir. Grazia Loparco, como presidente da ACSSA, na saudação de boas vindas, convidou todos os participantes a tomarem consciência da importância da documentação, dos arquivos, e, mais em geral, do patrimônio cultural e da sua conservação. Partindo de uma frase escrita na entrada do arquivo e da biblioteca do Mosteiro da Encarnação, “Este é um lugar em que os mortos abrem os olhos dos vivos”, solicitou-os a “se colocarem na escuta do testemunho de quem nos precedeu na missão”, não apenas como um ato de justiça para com a memória, mas também para afinar «a capacidade de decodificar as exigências atuais do nosso ângulo de leitura e de responsabilidade, colhendo as sementes de futuro que esperam florescer».

Na abertura foi lida a mensagem de Madre Yvonne Reungoat, que relevou o laço profundo entre a identidade salesiana e o conhecimento histórico: « Para formar e desenvolver a identidade salesiana é necessário o conhecimento da própria história e a reelaboração da memória pessoal e coletiva. Em um tempo, assinalado pela crise econômica, social e ética em vários níveis, registra-se em alguns ambientes, também uma crise em conservar e valorizar o patrimônio cultural, talvez porque a motivação tenha se enfraquecido. Ocorre despertar tal motivação, alavancá-la para adquirir consciência da importância da documentação histórica, da conservação das fontes e da elaboração da própria história [...]. O carisma salesiano na Ásia conheceu um grande desenvolvimento e até agora goza de grande vitalidade. O estudo da história permite descobrir os elementos que favoreceram a sua inculturação. [...] Poderíamos sintetizar e interpretar esses elementos – concluiu a Madre – e oferecê-los como base para maior consciência das novas gerações, de maneira que possam continuar estendendo as cores salesianas nesse continente rico de população juvenil. A Ásia tem muito a dizer para a Família Salesiana!»

Durante os encontros foram previstas colaborações de alguns peritos, para ilustrar as correntes atuais da historiografia eclesiástica e religiosa na área do continente asiático e o confronto sobre suas conotações nos diferentes países, nos diferentes componentes da Família Salesiana, partilhando pontos de força e de fragilidade.

Seminário, colocando-se no III ano do caminho de preparação para o bicentenário de Dom Bosco, constitui também um impulso à redescoberta da identidade carismática do Fundador e de toda a sua família espiritual, eis porque na última parte dos trabalhos se concentrará sobre temas do próximo encontro internacional da ACSSA, programado para o outono de 2015, definindo-se as perspectivas e os passos a serem cumpridos.

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2 comentários
12/11/2013 18:23:17 - franca

Esprimo le mie più vive congratulazioni per questo Seminario. Recuperare la memoria storica, particolarmente in un tempo di crisi come il nostro, è scommettere sul futuro, contribuire a dare fiducia e speranza all’umanità, oltre che rendere un servizio al nostro Istituto e alla stessa vocazione salesiana. Fare “memoria” può favorire un’alleanza costruttiva tra generazioni.

08/11/2013 20:39:22 - Sr Giustina Valicenti, fsmp

Complimenti per la coerenza storica carismatica che continuate a testimoniare! Un grazie di cuore a sr Grazia Loparco e a tutte voi sorelle assetate della linfa vitale!


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