Trabalhando pelo empoderamento dos jovens.

Trabalhando pelo empoderamento dos jovens. Genebra (Suiça).  No Centro Internacional das Conferências de Genebra, coração internacional da diplomacia, nos dias 17 e 18 de fevereiro, representantes do Escritório dos Direitos Humanos fma (IIMA), em Genebra, encontraram as embaixadas de Burkina Faso, Equador e Chile, para discutir sobre o empoderamento dos jovens.  O objetivo destes encontros foi o de refletir sobre o papel dos jovens como promotores de uma mudança na sociedade a partir dos direitos humanos.

É uma tarefa difícil, esta de envolver as Missões Permanentes em Genebra.  Há tantos interesses por trás, relações entre países, há leis nacionais e empenhos internacionais.  O objetivo do IIMA e VIDES é de tentar colocar todos de acordo sobre um tema tão importante como este dos jovens, para sensibilizar os governos a investir no futuro.
O empoderamento dos jovens, através do exercício dos direitos humanos, poderá levá-los a assumirem, conscientemente, um empenho civil e político.  O suporte dos governos é essencial para criar espaços de ação para os jovens, atores chave no processo de crescimento social e político.

BURKINA FASO, na África Ocidental, aqui os jovens representam uma larga faixa da população e a preocupação é a inserção dos jovens no trabalho.  Desde alguns anos nasceu o Ministério da Juventude que sustenta projetos piloto para orientar as políticas juvenis: formação, microcrédito, projeto ‘management’. A ideia é que os jovens não sejam apenas inseridos em estruturas já decididas e predispostas, mas que aprendam a fazer e, através do princípio do aprender fazendo, dêem sua contribuição à implementação de projetos e novas ideias. 

EQUADOR, preocupação principal do governo é a formação: a importância da qualidade dos professores e da educação.  Com pesar se constata que o governo deixou de lado as políticas juvenis por questões de política nacional.  Ponto de partida é o diálogo intergeracional: jovens e adultos que interagem numa troca transversal e plena, através da valorização, da experiência partilhada, do desenvolvimento e da promoção das boas práticas.

CHILE, a atenção e as políticas do governo chileno têm dois alvos importantes desta época: “crianças e mulheres”.  Preocupantes os dados a respeito da violência, ao nível de criminalidade e à situação precária de mulheres e crianças no Chile.  Os direitos devem ser reivindicados, e os governos devem também se preocupar com a forma com que os jovens lutam pela reivindicação desses direitos.  Não devem ser deixados a si mesmos, mas devem ser acompanhados em seu caminho de formação e de crescimento, para que sejam conscientes e conhecedores dos empenhos que vão assumir.  Pela primeira vez se fala de jovens!

Três países diferentes, pela posição geográfica, cultura, tradições, língua, religião e história.  Três países movidos por interesses diferentes.  Cada qual tem a própria política, cada um as próprias necessidades.  Três países concordes em afirmar que os jovens são um recurso precioso para o presente  e semente de crescimento para a humanidade do futuro.  

O compromisso é para o Evento paralelo  que IIMA e VIDES organizaram para março, durante a 25ª sessão do Conselho dos Direitos Humanos.  “Empoderamento dos jovens” será o tema; os jovens, interessados diretos, serão os protagonistas. 

 

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